É ... Não é que tudo passa mesmo? (...) Ai que preguiça...
A tristeza, a dor da decepção... Passam... Ainda bem né? Ficam apenas as marcas das algemas... Para nos lembrar dos horrores da prisão (Paulo Coelho).
É uma pena que não nos decepcionamos com estranhos... Seria mais fácil dizer lamento.
E parafraseando nosso amado Shakespeare, pode ser que apesar de alguém não nos amar como gostaria de sermos amados, não signifique que esse alguém não nos ame com tudo o que pode... Será?
Um viva aos jardins secretos. (!!!)
Fonte imagem: https://anacruzoficial.wordpress.com/2014/07/11/decepcao/


